Falar, escrever, esclarecer e, acima de tudo, viver o direito é algo que intriga vários e vários doutrinadores. Um mundo à parte que se caracteriza, especialmente para os leigos, por suas complicações, suas faltas ou até omissões, dificuldades...
Diria eu, na minha simples condição de estudante, que o direito é um "mundo" encantador, mágico e belo que pode envolver àqueles que se deixam tocar. Teorias, doutrinas, posicionamentos diversos, defesas, acusações, sentenças, súmulas, decisões... tudo o faz parecer complicado, e talvez seja, mas "esclarecer" o direito também faz parte dessa missão que assumimos.
Overdoses de artigos, incisos, códigos e mais códigos, acompanhados de "Tércio's", "Venosa's" e "Mirabete's", numa luta árdua de cinco anos que se conquista degrau por degrau, período por período, buscando um futuro além da academia, advogados, juízes, promotores, desembargadores, ministros, porque não!?
Bem, suponho não ter sido o único a sonhar com isso, sei, porém, que as dificuldades são eminentes, mas desistir não é uma atitude aceitável: por mais que pareçam e sejam jargões, lutar, buscar, descobrir, aprender com os erros e, assim, crescer, faz parte de uma tempestade que anuncia a calmaria. Boa sorte para nós, iniciantes, e que um dia possamos dizer, com lágrimas nos olhos, talvez, valeu a pena!
sexta-feira, 9 de maio de 2008
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